Tantra Nadi

Os canais lunar e solar, são diferentes do sol e a lua microcósmicos. 
O primeiro supostamente situa-se no estômago, onde consome o néctar (amrita) que goteja da lua estacionada na cabeça. O yogi ou a yogini devem adquirir controle sobre este processo natural e aumentá-lo, de modo que o fluído ambrosíaco seja distribuído por todo o corpo, em vez de desperdiçado no estômago. Isto leva ao vigor, saúde e longevidade.
Quando a energia vital (prana) flui através da trilha mediana, o que ocorre periodicamente por curtos períodos de tempo durante o dia, é que existe o equilíbrio relativo em nosso corpo-mente. O fluxo de psicoenergia na nadi sushumnã é o meio da imortalidade, ou seja, o pleno uso do néctar divino e transformador que goteja na cabeça. 
Algumas pessoas tem a nadi Idã dominante; outras tem a nadi Píngalã dominante. Portanto, no Tantra não podemos exercer nenhum trabalho em massoterapia generalizado.
Só os iniciados são centrados na nadi sushumnã, que se expressa na paz interior, harmonia e lucidez. A tradição tântrica relaciona estas trilhas principais e seus sistemas responsivos as três qualidades primárias da natureza: TAMAS (princípio da inércia), RAJAS (princípio do dinamismo) e SATTVA (princípio da claridade).
No indivíduo comum as correntes existem num estado poluído, evitando o fluxo livre da energia vital (prana) e assim, causando desequilíbrio físico e mental. Este é outro meio de compreender a condição humana, e revela o aspecto esotérico do processo yoguico de auto-purificação. 
 Padma Sherab siddha Vajra - Buddhism crt 1711 - (11) 3562-8945 e 99134-7623 Vila Nova Conceição - São Paulo - Capital  - direitos autorais 


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