Tantra-Self

Nossa verdadeira natureza, o Self transcendental, é o Ser-Consciência-Energia. Possui também bem-aventurança inata, que não é mera experiência, pois experiência vêm e vão, é Ânanda que é estável e eterna. Tal como podemos saborear um arremedo desta bem aventurança no Ato Sexual, podemos também descobri-la ou redescobri-la em qualquer circunstância enquanto prendermos o movimento da correia transportadora da mente.
"Dever-se-ia cultivar desejo (kâma) por meio do desejo. Dever-se-ia lançar desejo no desejo. Ao desejar por meio do desejo, permanecendo em desejo, qualquer um agitaria o mundo." - Vãmakã-Ishvara-Tantra 4.46.
"A mente não ouve, cheira, toca, vê, experimenta prazer e dor, nem conceitualiza. Como um tronco, ele não quer saber e nem está ciente de nada. Diz-se que a pessoa assim absorvida em Shiva reside no êxtase." - Kula-Arnava-Tantra (8.109).
Para Patanjali, a libertação depende da reabsorção (pratiprasava) dos constituintes primários da prakriti, as gunas, de volta ao solo transcendental da natureza, em consequência do que todo o corpo-mente, em todos os níveis de manifestação, está dissolvido. A libertação, inevitavelmente coincide com a morte do invólucro corporal e do desaparecimento da mente a ele associada. O cosmo individual deixa de existir.
  Padma Sherab siddha Vajra, Instrutora de Tantra Yoga crt 1711 - (11) 3562-8945 e 99134-7623 Vila Nova Conceição - São Paulo - Capital  - direitos autorais

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A arte de Injacular - Chi Kung

Kundaliní e o Bindu

Pompoar Masculino